Conceito e mecanismo
Dados de contribuidores externos devem permanecer dados. Interpolar títulos de PR diretamente no texto de um script pode permitir injeção antes de o shell executar; passar valores por env e usar expansão citada sem eval reduz essa superfície. O código descarregado merece a mesma análise: pull_request_target pode ter um contexto privilegiado, mas o head externo continua não confiado. OIDC evita a necessidade de certas credenciais persistentes, sem tornar seguro executar código arbitrário com acesso de produção. Id-token: write permite obter um token; a trust policy da cloud decide que identidades, audiências e contextos podem trocá-lo por acesso efetivo.
Aplicação guiada
Numa promoção fictícia, valida digest e identidade do produtor contra a política antes de confiar numa attestation. Proveniência não prova ausência de vulnerabilidades nem substitui aprovação operacional. Serializa deploys que alteram o mesmo destino e define o tratamento de pendentes: o modo single substitui o pendente anterior; queue: max permite uma fila limitada e não pode combinar-se com cancel-in-progress: true. A ordem considera entrada na espera do grupo, não a ordem inicial de dispatch. Cancelar um job não reverte transações já executadas. Para otimizar custos, usa cache de dependências e retenção adequadas, mantendo validação e excluindo credenciais. Regista o estado efetivo após falha antes de decidir rollback ou continuação.
A executa, B espera, C chega no modo single: B é substituído; sem cancel-in-progress, A continua.
Armadilhas comuns
OIDC como confiança universal; attestation como software seguro; cancelamento como rollback; queue como ordem de dispatch.
Tópicos relacionados: Eventos, filtros e dependências · Dados, outputs e rede dos services · Reutilização, artifacts e diagnóstico
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Referência: Secure use of Actions · GH-200 skills measured January2026;study guide updated2026-02-05