Conceito e mecanismo
Um inventário de servidores é um ponto de partida, não um plano de migração completo. Acrescenta aplicações, interfaces, owners, criticidade, ciclos de negócio e condições de suporte. Um ficheiro mensal pode não aparecer num ensaio de fecho diário. Agrupa trabalho conforme dependências e riscos de coexistência, não apenas por sistema operativo ou utilização de CPU. As estratégias conhecidas como sete Rs ajudam a decidir: rehost, relocate, replatform, repurchase, refactor, retain e retire. A escolha precisa de motivo e critérios. Reter temporariamente uma aplicação com dependência física não resolvida pode ser apropriado, com revisão e responsabilidade definidas.
Aplicação guiada
Para rehosting de servidores compatíveis, a documentação atual chama AWS Transform MGN ao serviço também conhecido como Application Migration Service. A replicação de blocos apoia o movimento; não reescreve um monólito nem demonstra compatibilidade funcional. Replatform pode preservar a lógica principal enquanto muda a operação para uma plataforma gerida. Reescrever e migrar simultaneamente pode ampliar complexidade, pelo que o benefício deve justificar o risco. Planeia também capacidade humana: quatro semanas de calendário de alguém alocado a 25% não equivalem a quatro semanas de projeto a tempo inteiro. Inclui RUN, responsáveis alternativos, ensaios, janelas e decisões de aceitação no plano da onda.
Três aplicações usam os mesmos ficheiros de fecho. A primeira onda precisa de preparar o fluxo completo ou a dependência híbrida durante a coexistência.
Armadilhas comuns
Servidor como serviço; cópia como aceitação; cloud como decisão obrigatória; esforço como duração de calendário.
Tópicos relacionados: Dados, cutover e transição para RUN · Organização, identidade e controlos
Escolhe estratégia e sequência a partir de dependências reais e capacidade disponível.
Referência: Detailed portfolio discovery · SAP-C02