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Replicação DMS e prova de cutover

Distingue captura, aplicação e validação para decidir quando os dados estão prontos para a transição.

Ligar o estado inicial ao fluxo de alterações

Full load e CDC resolvem partes diferentes da migração. Um percurso só de CDC pressupõe que o destino já tem um estado inicial adequado; não preenche automaticamente dados históricos omitidos. Liga o snapshot inicial ao ponto de início das alterações e demonstra que não existe um intervalo por cobrir. Em Oracle, o ponto nativo pode ser um SCN; os mecanismos e pré-requisitos variam por motor. Conserva também o recovery checkpoint de uma tarefa parada antes de a eliminar, pois esse contexto pode perder-se. No exercício fictício, o snapshot termina às 01:00 mas CDC começa às 01:12. O PM não deve aceitar doze minutos sem tratamento apenas porque a tarefa está Running. Pede evidência de continuidade ou um procedimento validado para recarregar/reconciliar o intervalo. Um timestamp legível não demonstra por si só que os logs necessários continuam disponíveis.

Localizar o atraso antes de dimensionar

Compara CDCLatencySource com CDCLatencyTarget ao longo do mesmo intervalo. Se ambos crescem de forma semelhante, começa pela captura na origem. Se a origem fica perto de zero e o destino cresce, investiga aplicação, índices, recursos e rede até ao destino. Isto orienta a investigação; não identifica sozinho uma causa única. Uma transação longa ainda não confirmada pode aumentar a métrica da origem. CDCIncomingChanges representa alterações capturadas à espera de aplicação, não a taxa de novas transações. No caderno de ensaio, regista métricas, unidades, estado das tarefas, logs e carga de negócio. Evita a conclusão “mais CPU resolve” sem localizar a limitação. Durante um fecho, aumentar carga de validação ou paralelismo pode competir com a aplicação original, pelo que qualquer ajuste precisa de observação e critérios de interrupção.

Validar os dados que realmente serão usados

Não trates todas as tabelas como equivalentes. A validação DMS exige uma chave primária ou índice único compatível; em Oracle, uma chave criada com NOVALIDATE não é aceite como essa garantia. Linhas alteradas continuamente podem ficar por validar. Escritas no destino fora de DMS durante a verificação podem tornar o reporte de diferenças inexato. Identifica estas condições no plano de ensaio e separa uma limitação da ferramenta de uma diferença efetiva de dados. Para LOBs, o modo limited trunca valores acima do máximo configurado e emite aviso. Uma amostra só de documentos pequenos pode esconder o problema. Mede a distribuição, inclui extremos representativos e escolhe uma configuração suportada que preserve os dados exigidos. Inline permite tratar valores pequenos inline e maiores por full LOB quando o endpoint suporta esse modo.

Preparar a origem e decidir a transição

Para Oracle CDC, verifica supplemental logging ao nível da base e das tabelas, acessos aos logs e permissões do utilizador de migração, conforme o método escolhido. Uma ligação bem-sucedida não demonstra que updates e deletes estão capturados corretamente. O ensaio deve conter inserts, updates, deletes e LOBs representativos, com resultados esperados definidos pelo owner. Antes de autorizar escrita no destino, reúne prova de âmbito completo, alterações pendentes tratadas, diferenças explicadas e acesso de APS. Define também quem pode suspender produtores, como identificar o último conjunto de negócio aceite e como conservar escritas feitas após a transição. CDC tem latência variável e não deve ser apresentado como replicação em tempo real com SLA inventado. O go/no-go combina evidência técnica e aceitação do negócio; uma tarefa verde é apenas uma parte do dossier.

Original DMS triage worksheet; not an AWS command
CDCLatencySource = 2 seconds
CDCLatencyTarget = 240 seconds
CDCIncomingChanges = 180000 pending changes
First investigation: target apply path
Not proven: exact cause, business reconciliation, cutover readiness
NA PRÁTICA

Origem com dois segundos de atraso, destino com 240 e 180 mil alterações pendentes: investigar aplicação no destino antes de concluir que a captura está lenta.

Armadilhas comuns

Confundir Running com completude; apagar uma tarefa antes de guardar o checkpoint; omitir LOBs grandes; usar a média de latência como prova de ausência de lacunas.

Tópicos relacionados: Migração de ficheiros e interfaces

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Captura, aplicação e validação precisam de evidência própria e de uma fronteira de cutover definida.

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Referência: DMS ongoing replication · SAP-C02

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