Conceito e mecanismo
Entregar uma mensagem e concluir o seu efeito são eventos diferentes. Em PeekLock, o consumidor comunica conclusão ao broker, mas pode perder a ligação depois do commit e antes de Complete. Uma nova entrega deve reconhecer trabalho já concluído. Duplicate detection no envio tem âmbito e janela próprios; não substitui idempotência do consumidor. Para eventos, a ordem de chegada pode diferir da ordem de negócio. Define versões e tratamento de duplicados em vez de assumir que a infraestrutura serializa todas as alterações da entidade.
Aplicação guiada
No Event Hubs, consumer groups permitem aplicações com progresso independente. O checkpoint deve refletir efeitos duráveis segundo o contrato de recuperação; avançar cedo pode saltar trabalho após falha. Dead-letter exige diagnóstico e replay controlado, não reenvio cego. Na entrada HTTP, APIM pode validar JWT e limitar tráfego. Restrições de emissor e audience fazem parte do contrato, enquanto throttling distribuído não é um contador financeiro exato. O RUN precisa de conhecer backlog, retenção, critérios de replay e quem decide sobre mensagens que não podem ser processadas.
O worker gravou o resultado mas perdeu Complete. Na nova entrega, consulta o ID persistido antes de repetir qualquer efeito externo.
Armadilhas comuns
Checkpoint antes do commit; usar rate limit como faturação; reenviar dead letters sem remover a causa.
Tópicos relacionados: Versões e publicação controlada · Funções, falhas e repetição segura
O progresso só é útil se corresponder a efeitos demonstráveis e recuperáveis.
Referência: Service Bus settlement · AZ-204 archived objectives 2026-01-14; retired 2026-07-31