Conceito e mecanismo
Um artefacto aprovado deve ter identidade estável entre QA e produção. Recompilar com dependências não fixadas pode gerar outros bytes mesmo quando o número de versão é igual. Publica o output da execução identificada e promove esse conteúdo, conservando ligação a código, dependências e testes. Nos agentes Microsoft-hosted, cada job recebe uma VM nova; o disco do job anterior não está disponível como contrato de transferência. Publicar e descarregar Pipeline Artifacts resolve essa passagem explícita. Não confundas o artefacto com cache: cache é uma otimização, pode falhar e é imutável para a chave e âmbito já criados. A chave deve refletir inputs relevantes.
Aplicação guiada
No Azure Artifacts, guardar uma versão nova proveniente de upstream exige Feed and Upstream Reader, também denominado Collaborator, ou superior. Descarregar uma versão já guardada é uma situação diferente. Uma versão publicada de pacote é imutável; um retry não deve tentar trocar os bytes sob o mesmo identificador. Para agentes self-hosted, documenta software e dependências, porque estado persistente pode esconder requisitos. Quatro máquinas disponíveis também não garantem quatro jobs simultâneos: confirma a capacidade de parallel jobs aplicável. Por fim, liga retenção a recuperação. Eliminar uma execução elimina os seus Pipeline Artifacts; se o rollback depende exclusivamente desse output, a limpeza pode retirar a capacidade de recuperar.
QA validou hash A; produção reconstruiu hash B. Promove A ou valida B como conteúdo diferente.
Armadilhas comuns
Mesmo nome como mesmos bytes; cache como arquivo; disco partilhado presumido; retenção sem rollback.
Tópicos relacionados: YAML, condições e aprovações · Release, slots e efeitos nos dados
Identifica, conserva e promove o conteúdo que foi realmente validado.
Referência: Pipeline artifacts · AZ-400 objectives 2026-07-27