Conceito e mecanismo
Um endereço IPv6 link-local identifica comunicação dentro do link. Não é um endereço global para atravessar routers até uma rede remota. O mesmo valor pode existir em links diferentes, pelo que o contexto da interface importa. Na análise de uma captura, distingue endereço de origem, destino e âmbito antes de procurar uma rota. Evita transportar pressupostos de broadcast IPv4 para IPv6. Uma configuração pode incluir vários endereços na mesma interface, e escolher a origem errada pode produzir um teste que não representa o tráfego real da aplicação.
Aplicação guiada
Um switch aprende dinamicamente o MAC de origem associado à porta e VLAN por onde a frame entrou. Usa o destino para procurar o encaminhamento, não para aprender a localização da origem. A tabela muda quando equipamentos se movem e entradas envelhecem. Já uma VRF separa tabelas de routing: duas instâncias isoladas podem usar endereçamento sobreposto sem partilhar a mesma tabela. Durante um incidente, regista VLAN, VRF e interface com cada observação. Uma rota encontrada na tabela global não comprova que existe na VRF usada pelo serviço; separação também não garante autorização para interligar ambientes.
Ao investigar 10.0.0.7 num ambiente partilhado, identifica primeiro a VRF. Para fe80::1, identifica o link antes de escolher o vizinho.
Armadilhas comuns
Consultar a tabela errada; aprender MAC pelo destino; assumir que link-local é global; confundir isolamento com conectividade.
Tópicos relacionados: VLANs, trunks e proteção de acesso · Routing, OSPF e gateways redundantes
Uma observação de rede precisa de contexto de interface, VLAN e routing.
Referência: Virtual routing and forwarding · 200-301 CCNA v1.1