Conceito e mecanismo
Resposta a incidentes exige preparação integrada na gestão de risco. O NIST SP 800-61 revisão 3 liga a resposta ao CSF 2.0; a organização precisa de autoridade, contactos, ferramentas, evidência e aprendizagem, não apenas uma sequência rígida de tarefas. Define como se classifica um evento e quando ativar coordenação. O número de servidores afetados é insuficiente para medir severidade: um único sistema pode suportar liquidação crítica. Um alerta credível pode exigir resposta antes de existir causa final. Mantém a distinção entre indício, facto confirmado e hipótese ao escalar. Define quem pode autorizar contenções com impacto no negócio e quais ações já estão autorizadas pelo plano.
Aplicação guiada
A BIA ajuda a compreender impacto ao longo do tempo, dependências e prioridades. O RTO define um objetivo temporal de recuperação; o RPO limita a lacuna de dados aceitável segundo os requisitos. Se o serviço para às 09:00 e fica validado às 09:25, um RTO de 30 minutos foi cumprido. Se os dados só chegam às 08:48, há uma lacuna potencial de 12 minutos, acima de um RPO de cinco. Testa contactos, suplentes, canais alternativos e capacidade de recuperação. Uma reunião de exercício só cria melhoria se as lacunas tiverem responsável, prazo e reteste. Se o canal normal estiver comprometido, a alternativa deve ser verificada e os participantes validados.
O contacto principal falha num exercício: corrige a cadeia e confirma que o suplente recebe e assume o escalamento.
Armadilhas comuns
RTO como RPO; número de máquinas como impacto; presença no exercício como prontidão.
Tópicos relacionados: Conter, recuperar e aprender · Governance, estratégia e autoridade
Prepara decisões e demonstra capacidade antes da pressão do incidente.
Referência: Incident Response Recommendations and Considerations · CISM current outline before November 3, 2026