Conceito e mecanismo
Consul permite localizar serviços num ambiente onde instâncias entram, saem e mudam de endereço. O catálogo mantém registos e estado conhecido, enquanto consumidores consultam endpoints por interfaces como DNS ou API. A descoberta não cifra a ligação nem confirma por si só o resultado de negócio. Service mesh acrescenta proxies e políticas ao caminho de dados; automação de rede pode usar alterações do catálogo para reconciliar infraestrutura. Desenha estas responsabilidades separadamente. Servidores mantêm estado e consenso; client agents comunicam estado local e participam em membership, sem se tornarem votantes Raft. Consul Dataplane suporta workloads em plataformas compatíveis e não deve ser confundido com um servidor de consenso.
Aplicação guiada
Num desenho fictício de banca, três ou cinco servidores são uma base a avaliar segundo requisitos e documentação. Cinco votantes estáveis precisam de três votos comunicantes; três precisam de dois. Passar de três para quatro aumenta quorum, mas continua a tolerar apenas uma falha. Não contes client agents para esse cálculo. O líder coordena alterações de estado, mas não encaminha todos os pagamentos da aplicação. Em vários datacenters, cada local mantém o seu catálogo; federação não significa cópia completa de todos os serviços em todos os locais. O PM deve pedir diagrama de dependências, domínios de falha e evidência de recuperação, incluindo o efeito da indisponibilidade remota.
Cinco votantes, dois indisponíveis: uma terceira paragem retira a maioria necessária.
Armadilhas comuns
Clients como votos; catálogo como proxy; mais servidores como escala linear de escrita.
Tópicos relacionados: Deployment e bootstrap · Registo, health checks e DNS · Mesh, identidade e intentions
Distingue estado de controlo, tráfego de aplicação e maioria votante.
Referência: Consul architecture · Historical Consul Associate (003), retired 2026-07-15; technical references inspected 2026-09-30