Conceito e mecanismo
Um plano de testes precisa de ligar prioridades a capacidade, ambientes, dados e dependências. O modelo dos quadrantes ajuda a discutir perspetivas de negócio e tecnologia, tanto para orientar desenvolvimento como para avaliar o produto. A numeração não estabelece uma sequência obrigatória. Para um serviço com risco de saturação, um ensaio de capacidade pode ser útil antes de desenvolver a interface completa. Para uma regra de comissões ambígua, exemplos acordados com negócio podem ser prioritários. Regista também quem recebe os resultados e que decisão estes devem apoiar. Um relatório útil distingue comportamento observado, falhas por investigar, áreas não exercitadas e risco residual; uma percentagem isolada omite essas diferenças.
Aplicação guiada
Imagina 120 verificações planeadas: 90 passam, 10 falham e 20 ficam bloqueadas. A taxa de aprovação entre executadas é 90%, mas a evidência positiva cobre 75% das planeadas. Nenhum dos valores demonstra que o risco mais importante está controlado. Se a falha afetar autorização, destaca-a mesmo com muitos testes verdes. Para melhorar o processo, define uma hipótese mensurável: preparar dados antes da execução deverá reduzir tempo bloqueado. Compara períodos equivalentes e observa efeitos secundários, incluindo esforço de manutenção. Um teste que passa após repetição deve continuar identificável como intermitente. A repetição ajuda a recolher evidência, mas apagar a primeira falha torna o indicador menos informativo.
90/100 = 90% executados; 90/120 = 75% planeados.
Armadilhas comuns
Denominador oculto; quadrantes como fases; retries que apagam falhas.
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Mostra a evidência, as lacunas e a decisão necessária.
Referência: Using the Agile Testing Quadrants · CTAL-AT v2.0 (2026)