Conceito e mecanismo
Testar ajuda a produzir informação sobre qualidade e risco. Uma execução aprovada demonstra o resultado observado nas condições usadas; não prova que todos os comportamentos estejam corretos. Um erro humano pode introduzir um defeito num produto de trabalho; quando esse defeito se manifesta em execução pode ocorrer uma falha. Testar e depurar têm objetivos diferentes: identificar e avaliar problemas não é o mesmo que localizar e corrigir a causa. Qualidade é responsabilidade da equipa, e perspetivas independentes ajudam a expor pressupostos sem substituir colaboração.
Aplicação guiada
Num serviço de transferências fictício, uma suite nacional não fornece automaticamente cobertura internacional. Liga requisitos e riscos a condições, casos, resultados e defeitos. Quando uma regra muda, estas ligações permitem selecionar trabalho afetado. Se os mesmos testes já não revelam problemas novos, revê dados e objetivos em vez de aumentar apenas repetição. A concentração histórica de defeitos ajuda a orientar esforço, mas não justifica ignorar componentes novos. Um produto sem falhas conhecidas ainda pode não satisfazer a necessidade do utilizador.
Uma comissão incorreta nasce de uma regra mal interpretada. O teste observa o valor errado; a investigação identifica a condição no código e a equipa clarifica a regra original.
Armadilhas comuns
Usar taxa de aprovação como prova de cobertura; atribuir toda a qualidade ao tester; manter testes inalterados quando o produto muda.
Tópicos relacionados: Testes ao longo do ciclo e regressão · Revisão antes do código
Comunica o que foi exercitado, em que condições e que risco permanece sem evidência.
Referência: ISTQB CTFL syllabus v4.0.1 · CTFL v4.0; syllabus v4.0.1 (2024-09-15)