Conceito e mecanismo
DevOps exige colaboração entre quem desenvolve e quem opera, com feedback ao longo da entrega. Uma pipeline pode compilar e executar testes, mas o seu sinal cobre apenas as verificações configuradas. Integração, configuração real, observabilidade e recuperação continuam a precisar de evidência. Git mantém histórico de alterações; num branch já partilhado, revert cria um novo commit que inverte uma mudança, enquanto reescrever histórico exige coordenação e tem outro impacto. Identifica também o artefacto publicado. Uma tag como latest pode apontar para conteúdo diferente ao longo do tempo; uma referência imutável, como digest de imagem, permite relacionar o que foi testado com o que foi executado.
Aplicação guiada
Um contentor é uma instância em execução com ciclo de vida próprio. A imagem não é atualizada automaticamente por cada escrita feita pela aplicação. Dados guardados só na camada gravável desaparecem quando o contentor é removido. Volumes ou serviços externos permitem persistência adequada, mas persistência não equivale a backup. Define propriedade, retenção, acesso e restore. Num caso fictício, impedir recriações para conservar dados torna atualizações frágeis. O desenho deve permitir substituir execução e validar recuperação do estado necessário. Para aceitar o release, regista versão, configuração, destino de dados e critérios de reversão. Um rollback de imagem não desfaz necessariamente alterações já feitas nos dados.
O nome da imagem coincide, mas o digest difere: ainda não demonstraste o mesmo artefacto.
Armadilhas comuns
CI verde como prontidão total; latest como versão fixa; volume como backup; rollback como restauro de dados.
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Promove artefactos identificáveis e ensaia substituição sem perda de estado necessário.
Referência: Git revert · LFCA domains and competencies updated2025-09-16; current page confirmed2026-09-30