Conceito e mecanismo
Uma alteração repetível precisa de origem, âmbito e critério de sucesso. Git permite relacionar configuração com uma decisão revista. Num branch já partilhado, um revert cria um novo commit que desfaz uma alteração sem apagar a sequência publicada. Isso não garante que o estado resultante seja operacionalmente correto: ainda é necessário rever e validar. Para transformar ficheiros, separa a geração do candidato da substituição do original. Um temporário validado reduz o risco de publicar uma escrita parcial. Confirma permissões, propriedade e comportamento da substituição; não assumes atomicidade universal em qualquer filesystem ou ferramenta.
Aplicação guiada
Num rollout fictício de hosts de batch, começa com um lote pequeno e inclui a verificação funcional antes de avançar. Em Ansible, serial controla lotes do play; forks controla workers e free permite progressão independente dos hosts. Check mode pode saltar tarefas ou não conseguir reproduzir dependências, pelo que um resultado limpo não demonstra todos os caminhos. Se o primeiro host falhar após atualização do kernel, conserva os restantes e investiga o arranque inicial. Para lentidão, relaciona sintomas com recursos: pressão de I/O indica espera, não prova por si só qual disco avariou. O registo da mudança deve conservar hipótese, observações e condição de paragem para que outro colega consiga continuar o diagnóstico.
Um lote de um host é útil apenas se a sua validação impedir progressão quando falha.
Armadilhas comuns
Simulação como prova completa; homogeneidade antes de saúde; escrita direta sem candidato validado.
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Automatiza também a observação e a decisão de parar.
Referência: Ansible execution strategies · Historical LFCE V3.18 (2018-06-12); exam retired 2022-05-01; technical references inspected 2026-09-30