Conceito e mecanismo
Dimensionamento deve observar a carga que importa. Uma média mensal baixa pode esconder o pico de fecho diário. Mede volume, latência, filas e dependências, incluindo a condição em que um nó está indisponível. Num exemplo simples, dois nós de quinhentos pedidos por segundo recebem setecentos. A capacidade normal chega, mas um único nó não suporta essa carga dentro do limite medido. O plano precisa de capacidade adicional, redução suportada de procura ou outro compromisso explícito. Contar servidores ou duplicar health checks não muda esse cálculo. A aceitação deve mostrar o desempenho do serviço sob a condição exigida, e não apenas a soma nominal dos recursos.
Aplicação guiada
Artefactos também precisam de identidade e confiança. Um digest íntegro de pacote não autentica sozinho o publicador; verifica a assinatura com uma chave cuja proveniência foi validada. Para imagens, uma tag pode mudar. Regista o digest aceite para relacionar teste e execução, sem confundir imutabilidade com ausência de vulnerabilidades. Nos contentores, limites de memória podem provocar OOM mesmo com memória livre no host. Mede perfil e efeito nos vizinhos antes de ajustar. Dados num volume podem sobreviver à substituição do contentor, mas isso não demonstra recuperação após eliminação. Num exercício fictício de batch, valida pico, completude, persistência e restore com dados representativos antes de transferir responsabilidade operacional.
Capacidade normal de 1000 não sustenta 700 quando a falha deixa apenas 500 disponíveis.
Armadilhas comuns
Média como pico; digest como confiança no publicador; host livre como ausência de limite; volume como backup.
Tópicos relacionados: Automatizar com evidência · Operar e recuperar sistemas · Identidade, PAM e SSH
Relaciona carga, artefacto e estado com evidência da condição de produção.
Referência: Capacity and overload management · Historical LFCE V3.18 (2018-06-12); exam retired 2022-05-01; technical references inspected 2026-09-30