Conceito e mecanismo
Storage tem várias camadas. Crescer um LV de 32 para 48 GiB exige 16 GiB adicionais; se o VG tem 12 GiB livres, faltam quatro neste exemplo simples. Espaço livre dentro do filesystem não é o mesmo que extents livres no VG. Depois de aumentar o LV, confirma se também ocorreu o crescimento do filesystem. Algumas opções coordenam ambos; uma extensão sem resize pode deixar df com o tamanho antigo. Identifica tipo, dispositivo e mount antes de escolher a ferramenta. XFS montado pode crescer com a ferramenta suportada; resize2fs é para outra família. mkfs cria um filesystem e não é uma operação de crescimento que preserve os dados existentes.
Aplicação guiada
Persistência e disponibilidade também exigem verificação. Um UUID antigo em fstab pode impedir um mount obrigatório; nofail permite tolerar certas falhas no arranque, mas não prova que os dados necessários estão presentes. Impede que uma aplicação escreva inadvertidamente no diretório vazio sob o mountpoint. Swap ativo agora precisa de configuração de arranque quando o requisito é persistente. Em autofs, um mount pode expirar por inatividade e regressar quando o caminho é usado; testa o acesso antes de declarar avaria. Em NFS, root_squash limita root remoto, pelo que a identidade prevista e as permissões do serviço continuam importantes. Para desempenho, correlaciona latência, filas e carga; iowait isolado não dimensiona uma compra de discos.
lvs mostra 100 GiB e df 80 GiB num XFS cuja extensão não pediu resize: valida o crescimento da camada de filesystem.
Armadilhas comuns
Confundir GiB totais com incremento; filesystem com LV; nofail com dados disponíveis; root remoto com acesso ilimitado.
Tópicos relacionados: Comandos e evidência operacional · Identidades, ACLs e limites de recursos
Confirma identidade e estado em cada camada antes e depois de qualquer mutação de storage.
Referência: lvextend(8) · LFCS current five-domain outline; exact edition date unconfirmed