Conceito e mecanismo
Um mount pode depender de partição, volume lógico e outras camadas. lsblk ajuda a observar dispositivos, filesystem e UUID; df mostra utilização do filesystem. Estes comandos respondem a perguntas distintas. Uma expansão deve começar por confirmar qual camada suporta o path usado pela aplicação. Aumentar o LV sem crescer o filesystem pode deixar a capacidade visível inalterada. Em XFS, usa o procedimento suportado de crescimento do filesystem montado, verificando versão, capacidade subjacente e identidade do mount. Não confundas expansão com criar um filesystem vazio.
Aplicação guiada
Entradas fstab precisam de identidade persistente, opções corretas e validação antes de reboot. UUID reduz dependência da enumeração dos discos, mas clones podem exigir atenção à unicidade. Na mudança, regista estado inicial, recuperação e critério de sucesso: capacidade utilizável e operações da aplicação. Para rede, ip route get mostra uma seleção de caminho no contexto indicado; não prova que o destino responda. Contexto de rede, regras e endereços de origem continuam relevantes. Mantém a mudança limitada ao recurso identificado.
Antes do batch, compara lsblk -f e df no mount afetado. Se o LV cresceu e o XFS não, conclui a expansão suportada e valida escrita sem recriar o filesystem.
Armadilhas comuns
Escolher /dev/sdX pela ordem; confundir tamanho de LV e filesystem; editar fstab sem validação; interpretar rota como conectividade.
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Confirma identidade e camada antes de executar a alteração.
Referência: lsblk(8) · XK0-006 V8