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Partilhas e montagem

Identifica protocolo, origem, opções e contexto real da montagem.

Conceito e mecanismo

Uma partilha NAS fornece acesso a ficheiros através de um protocolo suportado por cliente e servidor. NFS e SMB não se tornam compatíveis só por mudar a porta ou o nome do caminho. Define as operações exigidas e verifica o endpoint adequado. Em Linux, uma versão NFS explicitamente pedida tem de ser suportada pelo servidor; a capacidade geral do cliente não garante que um pedido vers=4.1 funcione num servidor apenas NFSv3. As ferramentas de diagnóstico também têm limites. showmount contacta o serviço MNT, que um servidor apenas NFSv4 pode não expor. Falha nessa consulta não comprova indisponibilidade de todos os exports.

Aplicação guiada

Confirma a montagem efetiva e o filesystem que contém o caminho usado pela aplicação. Num exemplo fictício, o mount falha no boot e o scheduler escreve na pasta local que devia receber NFS. O job fica verde, mas o consumidor remoto não encontra os ficheiros. Conter novas execuções e reconciliar o conteúdo é preferível a montar por cima e repetir sem conhecer o primeiro resultado. Montar não transfere automaticamente os ficheiros locais para o NAS. Mesmo com mount correto, listar um diretório não prova que a conta do batch consegue criar, renomear e consumir ficheiros. A aceitação deve usar identidade, caminho e operações reais.

NA PRÁTICA

/srv/partilha pode ser uma pasta local quando o mount esperado não existe.

Armadilhas comuns

Porta como protocolo; nome da pasta como NAS; showmount como prova universal; listagem como escrita autorizada.

Tópicos relacionados: Identidade e permissões · Segurança e confirmação de escrita · Cache, timeouts e incerteza

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Valida a montagem e o contrato funcional no contexto do consumidor.

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Referência: Linux NFS client options, cache and security · DR NAS 2026-09; selected Linux NFS, Samba, Windows SMB and ONTAP behavior