Conceito e mecanismo
Decide antecipadamente que relações serão necessárias para acompanhar a entrega. Uma cadeia útil pode ligar objetivo, requisito, componente, teste e resultado, mas o detalhe deve responder ao risco e às perguntas da equipa. Um ficheiro com centenas de ligações desatualizadas não é prova melhor do que uma matriz pequena mantida corretamente. Identifica responsáveis pela atualização e a regra que permite mudar um estado. Desenvolvido, testado e aceite representam evidências diferentes. Planeia também o controlo das versões e como tornar visível uma alteração depois de um teste. O resultado de uma versão anterior pode precisar de nova avaliação; a ligação existente não garante que continua válido.
Aplicação guiada
Num exemplo, o requisito exige que 95% das consultas terminem em dois segundos numa carga definida. A média de um segundo não prova esse critério: algumas consultas podem demorar muito mais. Antes do ensaio, especifica a população, a janela de recolha e o modo de calcular a proporção. Noutro exemplo, recuperação em 30 minutos e perda máxima de cinco minutos de dados são critérios distintos; demonstrar um não demonstra o outro. Estes valores são apenas condições do exercício, não políticas de um banco. Colabora com negócio, suporte e especialistas para definir critérios mensuráveis e responsáveis por aceitar a evidência. Alterar um critério depois de conhecer o resultado precisa de justificação e decisão, não de uma edição silenciosa para tornar o relatório verde.
Média de latência e proporção abaixo de um limite respondem a perguntas diferentes.
Armadilhas comuns
Ligação como evidência válida; teste como aceitação; critério alterado depois do resultado.
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Define o que será provado, com que evidência e em que versão.
Referência: Requirement traceability as evidence · Five-domain ECO / verified 2026-10-01