Conceito e mecanismo
Uma operação LVM começa pela identificação do dispositivo e das camadas existentes. Antes de criar um PV, confirma serial ou identificação persistente, assinaturas e utilização; o primeiro nome /dev/sdX disponível não é evidência suficiente. Um VG fornece extents para os LVs. Se estão livres 6 GiB e a extensão exige 10 GiB, é necessário obter pelo menos mais 4 GiB utilizáveis, considerando granularidade e restrições de alocação. Aumentar o LV e aumentar o filesystem são passos distintos. Para XFS, o crescimento suportado aplica-se ao filesystem montado; verifica o mount correto e a capacidade subjacente.
Aplicação guiada
A configuração persistente deve apontar para o filesystem pretendido. Compara UUID observado e fstab, valida opções e dependências antes de reboot e impede que a aplicação escreva no diretório subjacente quando falta o mount. Ativar swap agora também não comprova ativação futura. Em NFS, root_squash pode mapear pedidos do root cliente para identidade anónima; ser root local não garante acesso remoto. Em autofs, o mount pode surgir apenas quando o path é acedido. Interpreta a ausência antes do acesso segundo esse mecanismo, em vez de declarar imediatamente uma falha de boot.
Num volume de reconciliação, confirma identidade com lsblk -f, capacidade com df e persistência no ensaio de reboot. São verificações complementares.
Armadilhas comuns
Recriar filesystem para corrigir UUID; confundir LV com filesystem; ignorar root_squash; aceitar swap apenas em runtime.
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Valida identidade, capacidade utilizável, acesso e persistência separadamente.
Referência: fstab(5): filesystem table · EX200 based on Red Hat Enterprise Linux 10