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Retirada de caminho, reposição e evidência

Compara I/O e estado do mapa antes, durante e depois de um logout dirigido, e prepara uma passagem para RUN com limites claros.

Escrever e ler pelo mapa

O guião cria um marcador original de 4096 bytes e escreve-o pelo dispositivo /dev/mapper/dr_san_lab. A escrita usa I/O direto e conv=fsync; a leitura seguinte usa I/O direto e compara os bytes com o valor esperado. O relatório também guarda SHA-256 para permitir comparar as fases. Escrever diretamente num caminho sdX contornaria a camada que se pretende observar. O controlo de identidade é repetido antes de cada operação, não apenas durante a preparação. O resultado demonstra a leitura desse bloco no ambiente ensaiado. Não demonstra a integridade de todos os setores, persistência após perda de energia ou resultado de transações de uma aplicação. O backing store está na RAM da VM, pelo que destruir a VM elimina o recurso do exercício.

Retirar um acesso de forma ordenada

Depois da primeira leitura correta, o guião termina apenas a sessão associada ao portal A. Aguarda de forma limitada que o mapa e a apresentação SCSI mostrem um único caminho. Volta a ler o marcador anterior e escreve um segundo marcador através do mapa degradado, confirmando depois o conteúdo. O registo combina estado da sessão, topologia e I/O, evitando concluir disponibilidade apenas pelo nome do mapa. Esta é uma retirada ordenada de sessão. Não é uma desconexão abrupta de cabo, perda de controlador ou falha de energia. Ambos os portais partilham kernel, processo target e ficheiro de backing. Numa situação real, especifica qual domínio de falha queres avaliar e qual carga precisa de continuar antes de escolher o ensaio correspondente.

Repor o caminho e verificar convergência

O novo login no portal A é uma etapa da recuperação. A resposta positiva ao comando pode preceder os eventos que fazem o segundo caminho aparecer no mapa. Por isso, o guião espera até observar dois caminhos, com limite de tempo e erro explícito se a convergência falhar. Só então volta a ler o segundo marcador e confirma a identidade da LUN. Num ticket de manutenção fictício, comunica separadamente acesso disponível e redundância reposta. Se o prazo terminar com um único caminho confirmado, não escondas a diferença alterando o valor esperado do dashboard. Regista o desvio, o responsável, a próxima verificação e a decisão sobre a janela. A leitura pelo sobrevivente é evidência de acesso atual, não autorização automática para retirar esse último caminho.

Limpar, repetir e entregar a RUN

A limpeza faz parte do resultado. Como o ensaio não cria mounts ou LVM, termina o I/O, retira o mapa, encerra as sessões identificadas e remove o target que criou. Depois remove os registos de nós do exercício, termina os seus daemons e restaura os dois ficheiros de configuração guardados. Verifica ausência de discos SCSI, mapa e ficheiro de backing. Uma segunda execução repete as nove verificações com novos recursos. Para entregar o trabalho, junta versões, script identificado por hash, resultados e limitações. Oito modelos históricos do curso continuam a ser modelos offline; este laboratório acrescenta execução Linux delimitada. Uma migração bancária ainda precisa de evidência representativa da aplicação, reconciliação, recuperação, carga e autonomia de RUN. A oficina humana e a revisão independente por especialista permanecem pendentes.

# Evidence directory: content/labs/san-runtime
# Inspect evidence.json and evidence-repeat.json after replay.
# Groups: parserDiagnostics, discoveryWithoutSession, singleSession,
# twoPathsOneIdentity, multipathMap, directIO,
# orderlyPathRemoval, pathRejoin, cleanup.
# Confirm: bytes=67108864; remainingPaths=1; restoredPaths=2.
# Compare the recorded marker SHA-256 values across phases.
# Scope: orderly logout; no abrupt physical failure was injected.
NA PRÁTICA

O marcador continua legível com um caminho. O segundo login termina antes de a primeira amostra mostrar os dois caminhos agregados.

Armadilhas comuns

Tratar logout como corte de cabo, leitura de um marcador como integridade de uma base de dados ou dois endereços de loopback como dois fabrics.

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Referência: DM Multipath: identity, topology and lifecycle · DR SAN 2026-09; selected RHEL 9, ONTAP 9 and iSCSI behavior