Conceito e mecanismo
Uma SAN permite ao host aceder a armazenamento de blocos através de um percurso que inclui interfaces, ligações, switches e targets. Uma LUN apresentada como disco não cria automaticamente uma pasta NFS ou um filesystem utilizável. O projeto tem de definir quem consome o recurso e que camadas o organizam. Distingue a identidade da LUN, a identidade do initiator e a localização do target. Em iSCSI, o nome do nó não implica um endereço IP fixo. Em Linux, um nome como /dev/sdb pode mudar depois de reboot. Usa o WWID e o mapping confirmado para relacionar host e armazenamento.
Aplicação guiada
Multipathing agrega caminhos para o mesmo dispositivo. Quatro caminhos para uma LUN de 500 GiB continuam a representar 500 GiB antes de overhead, não dois mil. A contagem de caminhos também não demonstra quatro cópias dos dados. Num exemplo fictício, uma LUN de produção e outra de testes têm o mesmo tamanho. Antes de inicializar qualquer uma, confirma identidade, aplicação proprietária, host autorizado e pedido aprovado. A ausência de mount não prova que o dispositivo esteja vazio: pode conter dados ou ser usado diretamente. Um alias copiado de outro host exige reconciliação, porque o mesmo nome amigável pode representar outra LUN.
Quatro caminhos com o mesmo WWID identificam acesso ao mesmo recurso de 500 GiB.
Armadilhas comuns
Caminhos como cópias; sdX como identidade estável; tamanho como titularidade; LUN como pasta NFS.
Tópicos relacionados: Fibre Channel e acesso a LUNs · iSCSI: sessões e segurança · Multipathing e estados dos caminhos
Confirma identidade e consumidores antes de alterar o recurso.
Referência: RHEL 9 DM Multipath: topology, identity, queue policy, resize and safe removal · DR SAN 2026-09; selected RHEL 9, ONTAP 9 and iSCSI behavior