Conceito e mecanismo
O scope identifica a aplicação e delimita acesso a artefactos e recursos. Não é apenas uma pasta de código: uma chamada entre aplicações pode depender de acesso da tabela, disponibilidade do Script Include e autorização entre scopes. No registo da aplicação, Runtime Access Tracking em Enforcing regista pedidos e exige autorização antes de os permitir. Tracking e Enforcing não devem ser confundidos. A opção de restringir tabelas apresentadas durante o desenho também não substitui controlo em execução. Define contratos pequenos para consumidores externos, descrevendo operação, dados e erros. As dependências devem incluir os componentes efetivamente utilizados, incluindo referências feitas por scripts, para evitar uma aplicação que funciona apenas porque desenvolvimento já tem tudo instalado.
Aplicação guiada
Um módulo é uma entrada de navegação. Escolhe o tipo de ligação de acordo com a tarefa: abrir uma lista filtrada é diferente de abrir um novo registo. Confirma tabela, vista, filtro, estado Active e roles. Override application menu roles permite uma exceção à role do menu, mas mantém os requisitos do próprio módulo. Para destinos internos, usa ligações relativas; um URL absoluto para desenvolvimento pode acompanhar a aplicação até produção e levar operadores ao ambiente errado. Num handover entre Lisboa e Paris, testa a ligação com a identidade de um operador e com um utilizador sem autorização. A navegação deve facilitar a tarefa; a proteção dos dados precisa de regras próprias e evidência separada.
Módulo promovido abre desenvolvimento: rever o destino absoluto antes de alterar permissões.
Armadilhas comuns
Scope como autorização universal; filtro como ACL; dependências assumidas.
Tópicos relacionados: Necessidade, dados e desenho · Formulários e lógica cliente/servidor · Segurança e contratos de acesso
Ligações portáveis e contratos explícitos reduzem falhas na promoção.
Referência: Application Navigator category: module configuration · CAD blueprint January 2026