Conceito e mecanismo
Uma migração precisa de controlar quem escreve, em que destino e a partir de que momento. Quando o novo armazenamento recebe escritas de negócio, voltar à cópia antiga pode perder ou divergir esse estado. Define critérios de cutover, reconciliação e reversão antes da mudança. Encriptação também acrescenta dependências: permissões no filesystem não substituem autorização para usar a chave no contexto de recuperação. No EBS, a validação de uma chave KMS pode ser assíncrona, pelo que uma resposta inicialmente aceite não garante o estado final do recurso. Confirma o resultado efetivo e prepara os acessos necessários no destino, com os responsáveis adequados.
Aplicação guiada
Para decommission, identifica volumes, snapshots, referências e retenção acordada. Não inventes prazos legais nem decidas apenas pela idade de um recurso. Como snapshots EBS podem partilhar blocos, eliminar metade dos snapshots não garante reduzir metade do custo. Estima a poupança com base no armazenamento realmente libertado e preserva os pontos ainda necessários. Na passagem para RUN, entrega mapeamento, responsáveis, alertas, margem, dependências de chaves e um procedimento de recuperação validado com critérios funcionais. Num projeto fictício, a existência do backup e de uma lista de contactos não demonstra autonomia. Regista evidência do que foi validado e as limitações ainda abertas antes de encerrar o projeto.
Rollback depois de novas escritas exige tratar o estado dos dados, além de mudar o destino.
Armadilhas comuns
Resposta inicial como estado final; encriptação como autorização; idade como eliminação; número de snapshots como custo.
Tópicos relacionados: Interfaces e dependências · Capacidade e crescimento · Desempenho e medição
Encerra com recuperação demonstrada, decisões de retenção e responsabilidades operacionais claras.
Referência: EBS encryption and KMS dependencies · DR Storage 2026-09; selected Linux and AWS storage behavior