Conceito e mecanismo
O conteúdo de arquitetura deve permitir compreender e executar decisões. Um deliverable pode reunir vários artefactos: um catálogo de aplicações, uma matriz de dependências e diagramas adequados ao propósito. Não transformes cada símbolo num documento contratual. Building blocks ajudam a pensar em capacidades e componentes reutilizáveis; a seleção concreta precisa de demonstrar adequação, interfaces e restrições. Uma capacidade de identidade comum e o produto escolhido para a realizar pertencem a níveis de detalhe diferentes. Mantém essa diferença quando comparas alternativas, para que o nome comercial não substitua o requisito que o componente deve satisfazer.
Aplicação guiada
Uma vista de recuperação para APS pode mostrar identidade, dados, aplicações, fornecedor e ordem de restauro. A vista para a direção pode destacar risco de obsolescência, custo e efeito no serviço. Mantém relações entre ambas para que a promessa de valor possa ser ligada ao desenho. Um template é um apoio, não evidência de que a análise ocorreu: quarenta secções preenchidas com cópias de outro serviço podem introduzir pressupostos falsos. No repositório, distingue informação atual, proposta e histórica com versões, responsáveis e estados. Liga requisitos, modelos e decisões. Uma data de ficheiro recente não demonstra aprovação. Rever e manter essas relações ajuda a perceber o impacto de uma mudança futura.
A mesma dependência de identidade deve ser reconhecível na vista de risco e na vista de recuperação.
Armadilhas comuns
Documento preenchido como análise; produto como requisito; imagem sem origem; versões contraditórias por público.
Tópicos relacionados: Arquitetura ligada ao valor e à operação · Preparar o trabalho e definir a arquitetura
Mantém conteúdo proporcional, ligado e suficientemente atual para a decisão.
Referência: Foundation competency mapping · OGEA-101, TOGAF Enterprise Architecture Foundation; body of knowledge drawn from TOGAF Standard, 10th Edition