Conceito e mecanismo
A instalação de rotas e o encaminhamento de um pacote são decisões distintas. Para fontes do mesmo prefixo, a distância administrativa permite escolher a preferida; métricas pertencem aos protocolos respetivos. Depois, entre rotas instaladas que correspondem ao destino, o prefixo mais longo vence. Uma rota /24 antiga pode continuar a atrair tráfego apesar de existir um novo /16. Uma estática flutuante usa preferência inferior à principal para o mesmo prefixo. Isso não deteta automaticamente todas as falhas remotas: se a rota principal continuar instalada, a alternativa pode não entrar.
Aplicação guiada
Em OSPFv2, interpreta estados com o tipo de rede e o papel dos routers. Dois DROTHER numa rede broadcast podem ficar em 2-Way entre si e Full com DR/BDR. Um candidato de prioridade superior não preempta automaticamente o DR estável. Áreas incompatíveis numa ligação devem ser corrigidas segundo o desenho, sem introduzir router IDs duplicados. HSRP protege a referência do primeiro salto, mas a saúde upstream depende de routing e tracking adequados. Finalmente, um next hop IPv6 link-local precisa do contexto do link. Regista essas condições ao entregar o diagnóstico a outra equipa.
Para 10.60.4.17, /24 instalado vence /16 e default. Antes de retirar a rota antiga, confirma VRF, mudança aprovada e caminho de retorno.
Armadilhas comuns
Comparar AD entre comprimentos diferentes para forwarding; tratar todo 2-Way como erro; confundir gateway acessível com serviço recuperado.
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Valida a decisão para o destino concreto, incluindo o retorno e as dependências do caminho.
Referência: Administrative distance and route selection · 200-301 CCNA v1.1