Conceito e mecanismo
Uma action é um componente executável com metadata em action.yml ou action.yaml. A configuração runs define a forma de execução; os inputs e outputs constituem uma interface para os consumidores. Numa composite action, referencia inputs explicitamente e mapeia outputs para resultados de steps identificados. Não assumes a criação automática de INPUT_ nesse tipo de action. Uma JavaScript action precisa do entrypoint e das dependências disponíveis no pacote distribuído; o tutorial atual usa um bundle. Uma Docker container action exige um ambiente Linux com Docker. A escolha entre estas formas deve considerar portabilidade, dependências, manutenção e a clareza dos logs de diagnóstico.
Aplicação guiada
Numa equipa fictícia de plataforma, prepara uma action que valida o manifesto de release e devolve um digest. Documenta entradas obrigatórias e valida-as, em vez de presumir que a metadata implementa toda a validação. Ensaios devem incluir inputs em falta, valores inesperados e consumidores com versões anteriores. Uma alteração semântica pode ser incompatível mesmo quando o nome do input permanece igual. Publica versões identificáveis e coordena a migração. Releases imutáveis protegem a tag associada e os assets; um alias major móvel deve ter um ciclo separado sem release imutável associada. Consumidores fixados num SHA precisam de atualização deliberada quando surge uma correção aprovada.
A release aponta para dist/index.js, mas esse ficheiro não foi distribuído: o pacote está incompleto.
Armadilhas comuns
Package.json como instalação automática; required como validação completa; nome estável como compatibilidade; SHA como prova de segurança.
Tópicos relacionados: Eventos, filtros e dependências · Dados, outputs e rede dos services · Reutilização, artifacts e diagnóstico
Trata a action como software versionado que outras equipas precisam de operar.
Referência: Action metadata · GH-200 skills measured January2026;study guide updated2026-02-05