Conceito e mecanismo
Cache e artifact resolvem necessidades distintas. Uma cache reduz trabalho repetido na preparação de dependências; uma correspondência parcial exige reconciliar o estado com os requisitos atuais. Um artifact transporta resultados de uma execução e pode apoiar uma promoção quando associado à identidade e aprovação do candidato. A retenção deve cobrir a janela operacional em que esses resultados são necessários. Um binário recompilado depois de expirar o original é um novo candidato enquanto a igualdade não estiver demonstrada. Inclui no registo de release o commit da aplicação, as referências externas efetivas, o digest do resultado e a evidência que sustentou a decisão.
Aplicação guiada
Num incidente fictício após rerun, compara também o reusable workflow: repetir todos os jobs pode resolver novamente uma tag móvel; repetir um job específico ou falhado conserva o SHA usado na primeira tentativa. O env do caller não atravessa automaticamente esse contrato, pelo que inputs e outputs devem ser explícitos. Templates criam ficheiros iniciais e as cópias precisam de manutenção nos consumidores. Para suspender um workflow defeituoso, desativa novos disparos e conserva o histórico necessário à investigação. Ao recolher logs, evita imprimir secrets, sobretudo valores transformados que a ocultação automática pode não reconhecer. Partilha com o gestor a causa observada, o impacto confirmado e o que continua por demonstrar.
Mesmo commit da aplicação, reusable por tag móvel diferente: duas execuções podem ter entradas distintas.
Armadilhas comuns
Cache como aprovação; rebuild como mesmos bytes; reruns equivalentes; template como sincronização; ocultação como garantia.
Tópicos relacionados: Eventos, filtros e dependências · Dados, outputs e rede dos services · Actions com contratos e versões
Preserva evidência e compara todas as entradas relevantes antes de atribuir a causa.
Referência: Workflow artifacts · GH-200 skills measured January2026;study guide updated2026-02-05