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Interpretar CPU, memória e espera por I/O

Usa métricas em conjunto para escolher a próxima hipótese de diagnóstico.

Carga não é percentagem de CPU

A load average em Linux inclui tarefas executáveis e certas tarefas em espera ininterruptível, frequentemente associadas a I/O. Interpreta-a em relação ao número de CPUs e ao tipo de trabalho. Carga alta com utilização moderada de CPU pode apontar para espera por recursos; não demonstra automaticamente falta de processador. Compara amostras ao longo do tempo em vez de uma captura isolada.

Memória livre e memória utilizável

O kernel usa memória para cache; um valor pequeno de free não significa, por si só, escassez. Observa available, atividade de swap, eventos OOM, pressão e latência do serviço. Distingue memória virtual, residente e partilhada na análise de processos. A correlação com o comportamento da aplicação é mais útil do que escolher um limiar universal.

Amostras, limites e evidência

Ferramentas como vmstat, ps e métricas de I/O ajudam a separar hipóteses. A primeira linha de vmstat pode resumir o período desde o arranque; as seguintes representam os intervalos pedidos. Um processo num contentor pode estar limitado por cgroups mesmo quando o host tem recursos. Antes de aumentar memória ou matar processos, identifica limites, concorrência e o que a ação pode interromper.

Aplicação no trabalho

Para um batch que excede o tempo habitual, alinha amostras de CPU, memória, I/O e latência funcional na mesma janela. Guarda o tamanho do trabalho para evitar comparar cargas diferentes. Em contentores, observa limites e eventos no cgroup correspondente: memória disponível no host não invalida um limite atingido no serviço. Propõe alterações de capacidade depois de identificar o recurso e o efeito esperado.

uptime
free -h
vmstat 1 5
ps -eo pid,ppid,comm,stat,%cpu,%mem --sort=-%cpu
# Correlate with service latency, resource limits and the incident time window.
NA PRÁTICA

O host tem memória disponível, mas um contentor é terminado por exceder o limite de memória. A ausência de escassez no host não elimina o limite do contentor. Investiga o consumo da aplicação e a configuração da unidade/contentor antes de alterar capacidade global.

Armadilhas comuns

Interpretar carga como percentagem de CPU, cache como fuga ou memória global como limite do contentor.

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Uma métrica sugere uma hipótese; a combinação de métricas e contexto permite sustentá-la.

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Referência: Linux cgroup v2 administration · DR Linux 2026.4; networking and Bash manuals reviewed 2026-10-01; cgroup v2 and upstream systemd manuals reviewed 2026-10-01; RHEL 10 examples; Linux man-pages 6.19; OpenSSL 3.5

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