Compreender o conceito
Uma rede de atividades mostra precedências. Num exemplo sem restrições adicionais de recursos, A demora 2 dias; depois B demora 5 e C demora 3 em paralelo; D demora 2 e só começa quando ambas acabam. A duração mínima é 2 + max(5,3) + 2 = 9 dias. O caminho A-B-D é crítico. C tem 2 dias de folga neste modelo. Reduzir C em um dia não reduz a data final. Se B e C exigirem a mesma pessoa a tempo inteiro, a hipótese de paralelismo deixa de ser válida.
Aplicar e decidir
Para transformar a rede num plano executável, acrescenta calendários, janelas de mudança, disponibilidade e dependências externas. Esforço em dias-pessoa mede trabalho, não tempo decorrido. Uma tarefa de 4 dias-pessoa com 50% de disponibilidade requer aproximadamente 8 dias úteis se o trabalho for distribuível, sem outros bloqueios. Regista estas hipóteses. Ao tentar antecipar uma data, identifica o caminho que a condiciona e o custo ou risco de alterar sequências e recursos.
Aplicação no trabalho
Desenha o plano numa sequência pequena antes de o carregar numa ferramenta. No exemplo A=2, B=5 e C=3 em paralelo, D=2 após ambos, a duração é nove dias sob os pressupostos indicados. Reduzir C não altera essa data enquanto B dominar. Depois acrescenta o especialista partilhado e a aprovação contratual; a rede lógica sozinha não prova exequibilidade.
A abertura de firewall está no caminho crítico de uma migração. Acrescentar programadores à documentação não elimina essa dependência. Confirma a janela de rede, o responsável e os pré-requisitos antes de comunicar uma data recuperada.
Armadilhas comuns
Somar ramos paralelos; ignorar recursos partilhados e calendários.
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O caminho crítico depende do modelo; disponibilidade e janelas podem mudar o plano real.
Referência: Schedule Assessment Guide · DR Technical Project Manager 2026.4; independent professional curriculum