Conceito e mecanismo
O ADM organiza o desenvolvimento de arquitetura em trabalho que pode ser retomado e ajustado. A preparação da capacidade de arquitetura clarifica quem participa, quem decide, que princípios orientam o trabalho e como se mantém informação. Essa preparação não se confunde com desenhar a solução de um único projeto. Na fase A, Architecture Vision, clarifica o âmbito e a direção do trabalho: que resultado se pretende, quem tem preocupações relevantes e que compromisso permite avançar. Uma visão útil não precisa de todos os scripts de produção, mas deve explicar por que vale a pena continuar e o que está incluído na análise.
Aplicação guiada
A fase B trata Business Architecture. Num fluxo de exceções de fundos, considera capacidades, processo e responsabilidades de aprovação antes de transformar o problema numa escolha de infraestrutura. A fase C trata as arquiteturas de sistemas de informação, incluindo dados e aplicações. Se dois sistemas identificam o mesmo fundo de formas incompatíveis, a ligação entre significado, interface e aplicação torna-se central. Um gestor de projeto pode facilitar esta discussão com especialistas sem assumir que decide sozinho a semântica do negócio. Mantém a rastreabilidade aos requisitos e regista hipóteses por confirmar. A aprendizagem numa área pode exigir rever outra: descobrir uma restrição de dados pode mudar a visão de âmbito ou uma opção de processo.
Um contrato de dados precisa de explicar o identificador do fundo; ligar os sistemas à mesma rede não resolve a diferença.
Armadilhas comuns
Preparação como compra de ferramenta; visão como desenho completo; dados separados das aplicações que os usam.
Tópicos relacionados: Do desenho à implementação e mudança · Técnicas para esclarecer decisões
A direção e o significado de negócio orientam o desenvolvimento técnico.
Referência: How ArchiMate and TOGAF complement each other · OGEA-101, TOGAF Enterprise Architecture Foundation; body of knowledge drawn from TOGAF Standard, 10th Edition