Conceito e mecanismo
Na fase D, Technology Architecture, o desenho da infraestrutura deve suportar os requisitos e as interações identificadas. Uma necessidade de recuperação não se satisfaz apenas por comprar duas máquinas; importam dependências e condições em que o serviço deve funcionar. A fase E, Opportunities and Solutions, relaciona lacunas com opções de entrega e estados de transição. A fase F, Migration Planning, aprofunda a organização da implementação e migração, considerando sequência, dependências, valor e recursos. Estas distinções ajudam a perceber por que uma lista de componentes não é um plano e por que uma data no cronograma não prova que uma dependência estará pronta.
Aplicação guiada
Imagina duas ondas de migração: a primeira move a aplicação, mas a substituição do produtor de ficheiros só chega na segunda. Se a reconciliação diária depende do produtor antigo, o estado intermédio deve preservá-lo ou antecipar a capacidade substituta com aprovação. A fase G, Implementation Governance, acompanha alinhamento arquitetural da implementação, incluindo desvios e evidência. Não transforma automaticamente o arquiteto em responsável por toda a operação ou orçamento. Na fase H, Architecture Change Management, novas necessidades podem levar a tratamento limitado ou a novo trabalho de arquitetura conforme o impacto. Requisitos continuam a ser geridos ao longo do ciclo. Terminar um projeto não congela para sempre a arquitetura do serviço.
A ausência do servidor no alvo final não autoriza desligá-lo antes de substituir a função que ainda executa.
Armadilhas comuns
Alvo sem transição; supervisão como execução de tudo; novo requisito como reinício obrigatório de todo o programa.
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Planeia estados utilizáveis e acompanha a mudança até à operação.
Referência: How ArchiMate and TOGAF complement each other · OGEA-101, TOGAF Enterprise Architecture Foundation; body of knowledge drawn from TOGAF Standard, 10th Edition