Conceito e mecanismo
A arquitetura precisa de acompanhar mudanças de negócio, tecnologia e operação. A fase H observa a situação e avalia pedidos de mudança para manter a arquitetura útil. Nem toda a alteração exige um novo ciclo completo, mas uma pequena mudança aparente pode afetar princípios, interfaces ou restrições partilhadas. Classifica pelo impacto e pela governação aplicável, não apenas pelo número de linhas alteradas. Mantém a ligação entre arquitetura prevista e arquitetura efetivamente implementada. Incidentes repetidos podem mostrar que uma hipótese de desenho estava errada, mesmo quando cada incidente foi resolvido dentro do prazo de suporte.
Aplicação guiada
Imagina que um fornecedor anuncia a retirada de suporte de um componente. Avalia aplicações dependentes, alternativas, custos, risco e calendário antes de decidir a resposta. Uma correção operacional urgente pode estabilizar o serviço, mas não fecha automaticamente a necessidade arquitetural. Se uma decisão anterior deixar de ser válida, conserva o histórico e a razão da substituição. O processo de ADR da AWS ilustra este princípio: uma nova decisão aceite pode substituir a anterior sem apagar o contexto. Esse é um exemplo de prática, não uma exigência específica do exame. Define sinais para rever a decisão, como volume, custo ou falhas de recuperação. Monitorizar só disponibilidade pode ocultar uma degradação importante de capacidade ou de sustentabilidade operacional.
Fechar três incidentes semelhantes pode deixar a hipótese de recuperação por corrigir.
Armadilhas comuns
Medir mudança pelo tamanho do patch; apagar decisões; confundir recuperação com correção estrutural.
Tópicos relacionados: Contexto, mandato e valor · Stakeholders, conflitos e vistas · Visão, âmbito e viabilidade
Usa evidência operacional para manter a arquitetura atual.
Referência: Architectural decision record process · OGEA-102; TOGAF Standard, 10th Edition