Conceito e mecanismo
Um objetivo comum permite à equipa adaptar tarefas sem perder o propósito. O Product Goal orienta o trabalho do produto; o Sprint Goal dá coerência ao que se procura alcançar no Sprint. Uma lista de tarefas com responsáveis não substitui essa direção. Quando várias equipas trabalham no mesmo produto, precisam de partilhar Product Goal, Product Backlog e Product Owner. Não generalizes esta regra a produtos independentes só por pertencerem à mesma empresa. A Definition of Done torna a qualidade do incremento compreensível. Se existe um padrão organizacional, esse padrão é um mínimo para a equipa; autogestão não significa poder declarar esse mínimo opcional.
Aplicação guiada
Considera duas equipas que alteram versões de uma interface de pagamentos. Cada pipeline pode passar e o percurso integrado continuar a falhar. Nesse caso, estado local não demonstra um incremento utilizável. Torna a falha visível em vez de enfraquecer critérios para preservar um relatório verde. Trabalho que falha Done não faz parte do incremento e regressa ao Product Backlog para consideração futura; não ganha prioridade automática no Sprint seguinte. Também distingue Done de release: a Sprint Review não é um gate obrigatório de disponibilização. Um incremento pode ser entregue antes dela, embora continuem a aplicar-se condições operacionais externas. Done não dispensa por si uma autorização exigida no contexto.
“Pipeline verde” precisa de ser interpretado: que versão, que percurso e que critérios foram realmente testados?
Armadilhas comuns
Done por maioria de equipas; review como aprovação obrigatória; itens incompletos automaticamente comprometidos; autonomia como dispensa de padrões.
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Mantém direção comum e critérios de qualidade observáveis no produto integrado.
Referência: The Scrum Guide · PSM II; Scrum Guide November 2020; no public numbered exam revision