Conceito e mecanismo
As fases B, C e D permitem desenvolver perspetivas complementares sobre a transformação. O negócio descreve capacidades e funcionamento; dados e aplicações mostram informação e responsabilidades do sistema; tecnologia trata os serviços técnicos que suportam essas necessidades. A ordem e a profundidade podem ser adaptadas, mas as relações devem permanecer explícitas. Compara baseline e target dentro do mesmo âmbito e nível de detalhe. Uma lacuna não é simplesmente um produto que ainda não foi comprado: pode ser uma responsabilidade inexistente, uma capacidade insuficiente ou uma ligação necessária entre sistemas. Identifica também elementos a manter e a retirar.
Aplicação guiada
Num exemplo, a aplicação nova calcula posições, mas ninguém ficou responsável por reconciliar resultados com o sistema anterior. A infraestrutura pode estar instalada e a lacuna continuar aberta. Liga a capacidade de reconciliação a dados, aplicação, controlo e proprietário. Se o target exige recuperação em quinze minutos, verifica dependências como identidade, rede e armazenamento; duplicar apenas o servidor não demonstra esse objetivo. Usa pressupostos identificáveis quando a baseline está incompleta e recolhe evidência proporcional ao risco. Uma análise útil produz decisões e trabalho necessário, não uma lista indiscriminada de diferenças. Antes de aprovar a solução, confirma que os modelos técnicos continuam a satisfazer o significado dos dados e o processo de negócio acordado.
Uma capacidade pode precisar de mudança em processo, dados e plataforma ao mesmo tempo.
Armadilhas comuns
Comparar âmbitos diferentes; ignorar elementos retidos; contar produtos como capacidades.
Tópicos relacionados: Contexto, mandato e valor · Stakeholders, conflitos e vistas · Visão, âmbito e viabilidade
Converte lacunas em necessidades rastreáveis de transformação.
Referência: Practitioner competency-to-role mapping · OGEA-102; TOGAF Standard, 10th Edition